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| Nesta secção: INFO EMPREENDEDOR disponibilizamos alguns práticos, com conselhos, dicas, sobre a temática do empreendedorismo, experiências de empreendedores que já passaram pela fase de ter uma ideia de negócio e que lançaram a sua empresa. |
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| Estas são impressões de empreendedores que atingiram o sucesso do seu projecto, mas também as impressões de empreendedores que falharam nos seus objectivos - será sempre bom evitar erros!! |
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| Textos de apoio ao empreendedor: |
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Empreender - Porquê? |
| (texto hamc - actualizado em 15/06/2011) |
| Necessidade: |
| - Elevada taxa de desemprego Nacional, e em particular o desemprego qualificado (jovens licenciados, quadros oriundos de falências ou reestruturações e deslocalizações de empresas); |
| - A saturação do funcionalismo público; |
| - As taxas muito moderadas de crescimento da economia, intercalados com períodos de recessão; |
| - A disponibilidade de investigadores, geração de ideias, e de inovação; |
| - A estagnação ou decrescimento de alguns sectores de actividade tradicionais, principalmente os dependentes de mercados locais ou de bens não transicionáveis; |
| Oportunidade: |
| - O surgimento de nichos de novas oportunidades que as grandes empresas não conseguem chegar; |
| - A necessidade de incorporação de novas restrições legais, assim como, novos conceitos, metodologias e tecnologias inovadoras essenciais a um mercado cada mais exigente e alargado; |
| - A existencia de oportunidades em mercados a 1-2 horas de distância, e a 25-100 euros de passagem de avião; |
| Perfil: |
| - Pelo gozo de querer ser independente; |
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Empreender - Onde? |
| (texto hamc - actualizado em 15/06/2011) |
| - Onde dê gosto trabalhar; |
| - Onde seja barato - custo de entrada num negócio, custos fixos + custos variáveis; |
| - Onde permita estabelecer sinergias com outros empreendedores; |
| - Onde nos dê prestigio; |
| - Onde nos permita aceder a outros mercados Nacionais e Internacionais; |
| - Onde consigamos aceder a redes / protocolos de financiamento; |
Estas incubadoras deverão apoiar a criação e ou desenvolvimento de empresas, disponibilizando para isso ao empresário, sem qualquer investimento fixo, condições idênticas a uma empresa madura no mercado, num mix entre espaço mobilado, infra-estruturado e equipado para alojar essas empresas, serviços administrativos de apoio ao quotidiano dos empreendedores (secretariado, rede de comunicações voz e dados), assim como serviços de tutoria à gestão das empresas, apoio no processo de internacionalização, proporcionando por inerência à coexistência num mesmo espaço de várias entidades uma rede de sinergias entre empresas jovens e empresas mais maduras. Aqui surge o conceito de centro de negócios, que incorpore incubadora de empresas inovadoras.Estas incubadoras deverão ter uma componente formativa de apoio ao empreendedorismo, capacitando os empreendedores das ferramentas necessárias para vencer as dificuldades que irão com certeza encontrar, na criação ou gestão da empresa, aliada a uma rede de consultores / tutores experientes que sejam capazes de capacitar os gestores das empresas incubadas ou reforçar as suas competências em áreas novas como internacionalização.Estas incubadoras deverão interagir, associando-se numa rede de incubadoras, por forma a que uma empresa esteja sediada não num único espaço, mas numa rede de espaços e infra-estrutura tecnológicas, recursos e consultoria partilhadas. Proporcionando assim, uma fluidez e agilidade dessa empresa num mercado alargado, notoriedade, agilidade a custos moderados e variáveis, vencendo a dimensão dos mercados locais e até a interioridade.Mas, cada uma destas redes de estruturas terá que ser necessariamente geridas por quem tem experiência em capacitar os empreendedores, em apoiar a criação de startups, em realizar a tutoria destes empreendedores.Associadas a cada uma destas redes de incubadoras terão que existir entidades que promovam o investimento em capital de risco, em projectos de elevado potencial de crescimento, funcionando como elemento deflagrador desse crescimento. Financiamento de projectos entre os 5.000 e os 200.000 euros, não enquadráveis nos produtos financeiros correntes, meios para encetar os seus projectos.Assim, e com vista a dotar esta iniciativa de capital intelectual, estas entidades deverão dispor de conselho consultivo que deverão dar apoio, avaliar e apoiar as boas ideias que lhes sejam apresentadas. Estes conselhos consultivos deverão ser formados por pessoas ou entidades de relevo em termos nacionais e internacionais.De igual modo, acoplados aos centros de incubação deverão estar centros de negócios de empresas com créditos afirmados, que funcionem como empresas âncora das empresas incubadas, proporcionando suportar parte dos custos do centro de incubação, aumentando da rentabilidade dos centros de incubação, e proporcionando sinergias naturais entre todas empresas.Nos projectos em que estamos envolvidos, designadamente no planeamento, construção e gestão de centros de negócios e incubadoras de empresas, constatamos a existência de um elevado número de empresas inovadoras altamente receptivas e carentes destes espaços. No entanto, essas empresas não têm ao dispor as infra-estruturas necessárias. Nas empresas inovadoras e intensivas em conhecimento, os capitais próprios não abundam, e os capitais alheios têm receio de financiar imateriais. Razão que explica porque é que a existência de infra-estruturas adequadas pode alavancar fortemente empresas que doutra forma teriam necessariamente maior propensão para a mortalidade precoce ou para limitações – físicas – ao crescimento. Assim, nunca é demais relembrar que em Portugal estamos ainda a criar uma rede, ainda incipiente de incubadoras e de parques de ciência e tecnologia, enquanto que em Espanha e só em parques de ciência e tecnologia são já cinquenta e cinco! São estas auto-estradas das empresas do futuro que urge potenciar e aproveitar, para termos empresas de elevado crescimento e uma economia reconvertida para os desafios do século XXI. |
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A acção do IDEIA ATLÂNTICO na promoção do empreendedorismo |
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Conceitos de empreendedorismo |
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Nesta secção o IDEIA ATLÂNTICO disponibiliza para apoio ao empreendedorismo um conjunto de conceitos de associados ao Empreendedorismo. Trata-se de um conjunto de definições mais ou menos correntes que permitem lançar e apoiar a compreensão dos outros textos exibidos neste site. EMPREENDEDORISMO - CONCEITOS Empreendedorismo é:Conjunto de acções do empreendedor, em prol de objectivo pré-definido, motivado pelo seu perfil, suas origens, o seu sistema de actividades. Empreender é:Uma acção ou conjunto de acções promovida por um indivíduo isolado ou integrado num grupo tem uma atitude empreendedora. Perfil de empreendedor:Antes de mais cumpre desfazer o mito: ninguém nasce empreendedor. Vai-se aprendendo ao longo da vida a ser empreendedor. Pode-se começar desde criança. Um empreendedor deve ter um conjunto de especificidades para atingir o sucesso naquilo que empreende:
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| § Autoconfiança e motivação; |
| § Capaz de observar e compreender aquilo que o rodeia; |
| § “Estranha” cada um dos processos observados; |
| § Identifica necessidades e problemas; |
| § Capaz de identificar oportunidades. Têm “visão”; |
| § Acredita que as coisas podem melhorar. Aceita o desafio e luta pela mudança e melhoria contínua; |
| § Tem capacidade de assumir o risco e a possibilidade de fracassar; |
| § Adoram não como resposta. |
| § O empreendedor tem que vencer a inércia natural à sua acção de contrariar os usos correntes; |
| § Evoluir com erros: ao tentar a mudança, o empreendedor evolui e melhora com a experiencia. |
| § Inova, acrescentando algo, gerando novas soluções e explorando a originalidade; |
| § Define objectivos; |
| § É activo. Arrojado. Assume a iniciativa; |
| § Junta as ferramentas e meios que o levarão ao sucesso; |
| § Estabelece parcerias efectivas e relações que possam servir de suporte à prossecução dos seus objectivos. |
| § Coopera com outras pessoas, parceiros ou empresas para alcançar objectivos de tal forma que todos saiam ganhando. |
§ Persegue uma meta, com determinação, sendo capaz de ultrapassar os obstáculos até atingir os seus objectivos;
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Dicas para o empreendedor |
Porque quem cria uma empresa embarca numa aventura arriscada e cheia de obstáculos, aqui vão algumas dicas:
- Cria com determinação, persistência e criatividade acreditando nas tuas competências;
- Concentra-te nas tuas valências específicas e procura parcerias ou sócios naquelas que tens mais dificuldades;
- Elabora um bom Plano de Negócio com o maior pessimismo possível – pede apoio a um tutor / amigo experiente;
- Não descures nunca o aspecto comercial do negócio. Tens que ter um canal comercial bem definido e de preferência assegurado por ti ou por alguém dentro da tua sociedade;
- Não tenhas vergonha de falhar.
- Se falhares, analisa o que correu mal. Quando tiveres descoberto tenta outra vez, alterando o que não está bem;
- Actua já – não esperes por amanhã;
- Observa o que te rodeia e conheces bem. Analisa. Compreende. Experimenta. Altera e melhora. Constrói o produto. Identifica fornecedores e clientes. Lança no mercado.
- Tenta investir apenas naquilo que te diferencia dos demais;
- Reduz ou tenta eliminar os custos fixos;
- Antes de recrutar recursos humanos procura um parceiro que possa contigo partilhar do risco, sem que tenhas os encargos que terias com uma contratação;
- Recruta os teus recursos humanos baseado na sua competência;
- Uma empresa nasce, cresce, vive e morre. Sê objectivo e distante emocionalmente.
- Quando não conseguires acrescentar mais valor à empresa está na altura de a vender;
- A empresa depende dos clientes. Os fornecedores dependem de ti. Primeiro os clientes.
- Preparar as negociações críticas com fornecedores e investidores, sem nunca se afastar dos pilares em que sustentou a sua ideia de negócio.
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Criar Uma empresa |
| 1. Ideia de Negócio; |
Não existem regras para identificar oportunidades de negócio. As circunstâncias, a experiência, os contactos pessoais, a observação das necessidades de mercado e a intuição de cada indivíduo constituem a inspiração para a geração de ideias. Esta é a primeira etapa na criação de um negócio. |
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| 2. Avalie a sua empresa; |
Por muito inspirada que seja uma ideia, é essencial que o empreendedor não esqueça que o seu projecto tem de ser acima de tudo realista. A pesquisa de informação é fundamental. É necessário o amadurecimento da IDEIA DE NEGÓCIO. E esse processo gira sobre dois eixos: o mercado e as pessoas. A criação de uma empresa só será viável se o mercado necessitar do produto ou serviço que se pretende oferecer. Antes de mais, o empreendedor deverá tentar responder a algumas interrogações ligadas:
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- À sua própria capacidade para criar um negócio;
- Tenho perfil de empreendedor
- À caracterização objectiva do produto;
- Qual é o destinatário do meu produto?
- À ponderação das questões de mercado:
- O mercado necessita daquilo que tenho para oferecer?
- Que serviços prestarei?
- Quais os benefícios do meu serviço?
- Qual a minha concorrência?
- Como poderei diferenciar-me da concorrência?
- Que preço irá cobrar pelos meus serviços?
- Ao levantamento dos recursos materiais necessários;
- Qual o investimento inicial de que vou necessitar?
- Como vou financiar-me?
- Qual a melhor localização para a minha empresa
- À ponderação dos aspectos ligados ao processo tecnológico;
- A actividade que quero desenvolver carece de algum licenciamento especial?À avaliação, ainda que sumária, do potencial económico do projecto.
- Qual o capital social que a minha empresa deverá ter?
- Existe algum tipo de apoio para a minha actividade?
- Como escolherei os meus sócios e qual o número de sócios ideal para o meu projecto
Nesta fase, é também importante:
Analisar experiências similares e identificar factores de sucesso e insucesso. O contacto com associações profissionais, a participação em feiras e eventos especializados será, por exemplo, uma excelente oportunidade para encetar contactos pessoais com outros empresários e técnicos que, certamente, possuem informação útil. Recolher informação sobre a forma de concretização do negócio. Efectuar um levantamento das etapas legais a cumprir; Apresentar a ideia a algumas pessoas e recolher as suas opiniões sobre as suas potencialidades e a sua viabilidade. Realizar uma análise rigorosa – com base em levantamentos e estudos concretos – das reais condicionantes do mercado, tomando em consideração:
- A singularidade do produto/serviço;
- O perfil do cliente - tipo;
- A dimensão do mercado;
- A concorrência e quotas de mercado;
- Potencialidades de crescimento do negócio;
- Avaliar grau de inovação do produto.
É, particularmente critico OS CUSTOS, há que ter presente que as receitas podem ser incertas mas os custos serão sempre uma certeza com a abertura de um negócio. Estes contemplam não apenas a actividade operacional do lançamento do negócio (custos de constituição da empresa) mas igualmente os custos de operação (salários, rendas, telecomunicações, … e, sobretudo impostos, pagamento por conta, IVA, retenção na fonte, …) |
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| 3. Defina estratégia de sucesso; |
Deverá agora ser definido o conceito de negócio, o qual consiste, essencialmente, em estabelecer, de maneira clara e precisa, o posicionamento estratégico da empresa no mercado e definir os objectivos comerciais e as políticas a aplicar na sua concretização.É nesta fase que se procede à definição clara dos produtos ou serviços a vender, explorando os factores que melhor poderão ir ao encontro das necessidades e preferências dos seus utilizadores. É também neste momento que se tomam as opções comerciais mais convenientes no que respeita a:
- Clientes potenciais;
- Factores de competitividade face à concorrência;
- Esboço da política de preços e das condições de venda;
- Elaboração do Plano de Marketing, descrevendo produtos e serviços, bem como preços e formas de promoção, tudo com orçamentos previsíveis.
Indicadores de desempenho que traduzem a competitividade de startup: l Qualidade dos produtos e serviços; l Menor preço (oferecer o melhor produto ou serviço ao mais baixo preço, não é uma receita universal, mas, na maioria dos casos, permite o destacamento em relação à concorrência); l Personalização: é necessário adaptar, o mais possível, a oferta às necessidades e expectativas dos clientes, dirigindo-a a segmentos específicos de mercado – ou nichos de mercado. Para isso, é necessário “falar e conhecer” o cliente, percebendo quais os pontos fortes e fracos da oferta. l Facturação; l Rentabilidade por funcionário; l Total de custos fixos; l Gestão de tesouraria; l Melhoria continua do produto e de factores de competitividade; l Inovação. l Indicadores de produtividade vs. Competitividade; l Indicadores financeiros vs não financeiros; l Bom serviço; l Inovação permite alcançar a diferenciação em relação à concorrência, possibilitando uma situação privilegiada, mesmo que momentânea.Após a definição dos contornos do negócio, é necessário analisar os seus pontos fortes e fracos, as oportunidades e ameaças (análise SWOT). Os pontos fortes e fracos referem-se ao projecto de negócio em si, enquanto as oportunidades e as ameaças estão relacionadas, em regra, com os factores externos sobre os quais o empreendedor não tem controlo.Após esta análise, deverá verificar-se se o projecto tem condições para avançar. Esta análise servirá, igualmente, para avaliar os riscos associados à criação do negócio. Possíveis tipos de risco têm a ver, por exemplo, com a incerteza associada a novos produtos e/ou novos mercados, possíveis quebras de procura, instabilidade quanto às fontes de aprovisionamento, carência de pessoal qualificado, alteração de custos de factores, etc. |
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| 4. Elabore um plano de gestão; |
Nesta fase, o empreendedor já será capaz de definir qual o seu mercado (ou segmento de mercado) alvo e quais os obstáculos que podem dificultar a sua conquista. Também já deverá ter sido definida uma estratégia de marketing. Definidas as exigências e a estratégia de penetração ou desenvolvimento do mercado, o empreendedor deverá ser capaz de definir quais as necessidades para implementar o seu negócio e avançar nos seguintes domínios:a] Escolha bons parceiros/sócios
Estruture a constituição da equipa, procurando estabelecer compromissos firmes com os recursos humanos que serão incluídos no projecto.É necessário reunir pessoas com competências e experiência que possam acrescentar valor ao negócio.Privilegie parceiros (eventuais sócios) que considere que podem contribuir para o enriquecimento do projecto a invés de funcionários.O realismo continua a ser essencial: a selecção de pessoas não deve basear-se na sua capacidade de investimento financeiro no projecto, mas sim nas suas qualidades técnicas.O empreendedor deverá tentar colmatar as suas lacunas encontrando os parceiros adequados.Deve procurar-se pessoas que partilhem a mesma visão de negócio e ambição para evitar posteriores incompatibilidades e rupturas na gestão quotidiana do projecto.Adicionalmente, deverá verificar-se se existem competências do negócio que possam (e devam ser) subcontratadas, guardando para si aquelas que realmente acrescentam valor face à concorrência. b] Escolha racionalmente o equipamento Escolha correctamente os instrumentos necessários para a sua actividade, considerando o custo e a produtividade dos equipamentos, a respectiva duração e grau de obsolescência e a forma mais racional de os disponibilizar. Note-se que a escolha do equipamento deverá ter em conta não o valor em si mesmo mas a sua capacidade de acrescentar valor ao negócio.
Transforme custos fixos em custos variáveis. Evite o aumento do passivo. Avalie se efectivamente tem de comprar os equipamentos necessários ou se os pode alugar quando apenas necessite deles. c] Escolha instalações funcionais Uma startups deverá arrendar em vez de adquirir.
No IDEIA ATLÂNTICO, as empresas incubadas estão num CENTRO DE NEGÓCIOS, prestigiando-se, mas a um custo muito reduzido, sendo possível uma incubada cresça, não tendo que mudar de sede. No IDEIA ATLÂNTICO poderá ir alugando apenas o espaço que precisa (custos variáveis) e, conforme o negócio for crescendo, irá aumentando o seu espaço (ajustado às suas necessidades). Os espaços de incubação tem uma infra-estrutura de apoio disponível que poderá solicitar apenas quando necessário. |
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| 5. Elabore o Plano de Negócios; |
O que é um plano de negócios: Um Plano de Negócios é um documento escrito de planeamento elaborado segundo uma estrutura mais ou menos standard, usada pelos empreendedores, empresários e entidades em geral, com o objectivo de estruturar os pontos mais relevantes, as situações de risco e esquematizar a implementação de uma ideia do ponto de vista empresarial, que irá permitir a análise da viabilidade de um projecto ou de uma empresa. Trata-se pois, de um conjunto de informações elaboradas de forma organizada em que são definidos os aspectos mais importantes de um projecto de modo a planear um projecto e prever situações de risco.
A importância da elaboração do Plano de Negócios
É o Plano de Negócios que ajuda a reflectir e a planear o negócio quer seja do ponto de vista dos meios de investimento, quer seja dos custos envolvidos na prossecução da actividade, quer seja das características dos parceiros de negócio que se revelam necessárias para o sucesso do negócio.
Conhecer o mais possível as características do mercado em que o negócio se vai desenvolver carece de um estudo o mais aprofundado possível dos concorrentes, dos preços praticados, dos meios de investimento e de financiamento ao dispôr, das tecnologias e incentivos disponíveis no mercado, etc.
Há que ponderar o espírito de equipa e de entreajuda, assim como o grau de entrosamento e comunicação existentes entre os sócios, bem como aquele que se pretende obter no futuro, de forma a obter processos decisórios partilhados e com elevados índices de participação de toda a estrutura de sócios. Há que nunca esquecer que o grau de motivação, de proactividade e de cumprimento de decisões e prazos é directamente proporcional ao grau de comunicação que se obtém entre todos os intervenientes do negócio.
Esta etapa é fundamental para o sucesso da empresa. Vão ser passadas para o papel, de forma estruturada, todas as ideias que foram desenvolvidas até ao momento.
Este é o momento de discutir estratégias, definir prioridades, descartar ideias de menor qualidade.
O objectivo desta fase é que a equipa conceba um plano de negócios que exponha de forma realista como é que esta planeia transformar as suas ideias num negócio exequível, sustentável e lucrativo.
Esta é ainda a fase que deverá reavaliar os custos fixos e variáveis do seu projecto. Quando dinheiro necessita para os primeiros meses de actividade (que são aqueles que pela sua natureza não asseguram clientes que paguem atempadamente e pode colocar em risco a sua ideia de negócio). Estime realmente os seus custos e multiplique-os por dois.
O fundo de maneio para os primeiros meses é vital. Onde arranjará recursos financeiros que permitam suportar os primeiros meses da actividade que vai iniciar?
Metas mensuráveis, flexibilidade no plano, indicadores de evolução, compromisso colectivo, revisão de metas, aprender com a experiência.
Um Plano de Negócio apresenta-se como uma ferramenta essencial por vários motivos:
É um processo de validação de uma ideia, através do qual o empreendedor obtém elementos para decidir se deve ou não deve abrir a empresa ou iniciar um novo projecto; É um instrumento de diminuição de riscos, por isso, ao elaborar um Plano de Negócio, o empreendedor estuda a viabilidade do seu negócio, cria acções preventivas contra possíveis ameaças e desafios, conhece a fundo o mercado e os clientes, evita esforços desnecessários, investimentos improdutivos e gastos sem sentido;
É um mecanismo de que o empreendedor dispõe para reflectir sobre si mesmo e sobre o negócio: vale a pena? É o que sonhei? Depois de elaborado, o Plano de Negócio indica novos caminhos, mesmo que um deles seja a desistência da ideia;
É uma linguagem de comunicação entre e o empreendedor e a sua equipa, já que as informações existentes no documento (objectivos, missão, valores, metas, estratégias) vão guiar todos os intervenientes numa determinada direcção;
É um documento para negociação e obtenção de recursos.
É sobretudo um documento que, pelo facto de estar escrito, obriga a uma reflexão mais sistemática e consolidada da ideia tendente ao negócio, onde o empreendedor deverá questionar as diferentes variáveis da empresa e rebater as questões mais problemáticas e, sobretudo, a forma como irá reagir aos pontos críticos detectados.
O Plano de Negócio tem as seguintes funções:
Avaliar o novo projecto do ponto de vista técnico, financeiro, jurídico e organizacional;
Avaliar a evolução do projecto ao longo da sua implementação: para cada um dos aspectos definidos no plano de negócios, o empreendedor poderá comparar o previsto com o realizado;
Facilitar ao empreendedor a obtenção de capital de terceiros quando o seu capital próprio não é suficiente para cobrir os investimentos iniciais;
Ter uma linha condutora e manter o foco no negócio / actividade que estabeleceu.
O que não pode faltar num Plano de Negócio?
Fins - especificação de objectivos e metas;
Meios - escolha de políticas, programas, procedimentos e práticas através das quais se tentará atingir os objectivos;
Recursos - determinação dos tipos e quantidades de recursos necessários, como eles devem ser gerados ou obtidos e como eles devem ser alocados às actividades; Não esquecer recursos humanos, físicos …, e sobretudo financeiros;
Implantação - determinação de procedimentos para antecipar ou detectar erros no plano ou falhas na sua execução e para prevenir ou corrigir continuamente esses erros e falhas.
Áreas a referenciarem na Elaboração de um plano de Negócios:
Sumário Executivo - resumo de todo o projecto (1-2 páginas).
Oportunidade de Mercado - Qual o nicho que foi detectado?
Conceito - Quais as características do que se pretende lançar?
Mercado - Qual o mercado alvo e suas características?
Estratégia de Desenvolvimento - Quais as linhas mestras para o futuro?
Equipa de Gestão - Qual o perfil dos líderes de projecto? O que cada um aporta para o projecto, complementaridade, relacionamento, hierarquia, funções, etc.. Questões como, quem será responsável pela área comercial, quer gere as contas da empresa, quem coordena as pessoas?
O Modelo Económico Financeiro - O projecto liberta capital? Ao fim de quanto tempo? E, antes de libertar fundos, como é que a empresa vai sobreviver?
A Ambição - O que existe para além disto?
Questões de carácter geral que devem ser respondidas no plano de negócio?
Qual o produto/serviço?
Quais as necessidades que ele satisfaz?
Informações sobre os elementos da equipa de gestão? Qual o seu percurso profissional? O que realizaram? Qual a sua experiência relevante para o projecto? Quais as suas motivações?
Se existem lacunas na Equipa de Gestão, quais são? Existindo lacunas, como vão ser colmatadas?
Quais os motivos que levarão os clientes a optarem pelo produto?
Identificar o público-alvo (particulares? empresas? de que dimensão?)
O preço do produto é adequado?
Identificar as diferenças do produto face a concorrência.
Existem barreiras à entrada? De que tipo?
Factores mais relevantes a evidenciarem no Plano de Negócios?
Aspirações e competências;
Oportunidades de mercado;
Dimensões de empreendimento e a sustentabilidade;
A eficácia da ideia de negócio e do produto;
Identificar possíveis parceiros;
Conhecer os princípios de administração, finanças e de contabilidade;
Verificar a existência de fundos comunitários que possam apoiar o projecto;
Identificar o mercado alvo, e a segmentação;
Definir objectivos estratégicos a curto, médio e longo prazo;
Analise SWOT do projecto;
Conhecer a legislação específica e generalista no âmbito do projecto;
Definir o grau de tolerância para o risco;
Definição de sociedade, e ter em conta, a formação complementar, a confiança mutua, as necessidades comuns, os valores partilhados e a fluência da comunicação.
É importante conhecer e definir um conjunto de aspectos, nomeadamente:
Conhecer muito bem o sector de actividade a que se vai inserir;
Conhecer o mercado de clientes, fornecedores e concorrência;
Definir produtos a serem fabricados, mercadorias a serem vendidas ou serviços a serem prestados;
Analisar bem a localização da empresa;
Definir estratégias de marketing;
Definir o processo operacional;
Projecção do volume de produção, de vendas e de serviços;
Projecção das necessidades pessoais.
Analise financeira
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| 6. Capital inicial e forma jurídica para a sua empresa; |
O empreendedor e a sua equipa devem decidir como vão financiar o seu projecto.
O ideal seria financiar o seu negócio com capitais próprios, mas a percentagem de empreendedores que consegue criar uma empresa sem recorrer a financiadores externos é residual. Assim, resta o recurso à banca, a investidores privados ou a sociedades de capital de risco.
A estimativa realista das necessidades de capital inicial do projecto é fundamental para o arranque do negócio.
Deverá também existir uma estratégia para atrair os investidores e convencê-los que de o projecto é viável.
Nesta fase, o objectivo é conseguir um compromisso de financiamento que assegure a criação da empresa. Depois de assumido esse compromisso, é necessário recorrer a um advogado para fechar o negócio com as fontes de financiamento.
Deverá escolher a forma jurídica ideal para a empresa.
| Tipo jurídico |
CaracterísticasN.º de Sócios |
Capital |
Responsabilidade |
| Empresário em Nome Individual |
Empresa titulada por um só sócio que afecta os bens próprios à exploração da sua actividade económica. |
A lei não estabelece qualquer valor mínimo obrigatório. |
O empresário em nome individual responde ilimitadamente pelas dívidas contraídas no exercício da sua actividade, perante os credores, com todos os bens que integram o seu património pessoal, estejam ou não afectos à exploração. |
| Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (EIRL) |
Tem subjacente a constituição de um património ou de afectação especial ao estabelecimento através do qual uma pessoa singular explora a sua empresa ou actividade. |
Capital inicial mínimo: 5000 euros. Realizável em dinheiro (pelo menos 2/3) e em bens ou direitos. O capital deve estar totalmente realizado na data de outorga do acto constitutivo. |
Pelas dívidas resultantes da actividade do EIRL respondem apenas os bens a eles afectos. Nota: esta figura jurídica está em desuso pelo nível de responsabilidade que acarreta |
| Sociedade Unipessoal por Quotas |
Uma única pessoa, singular ou colectiva, é titular do capital social. |
Capital inicial mínimo: 5000 euros divididos em quotas de, pelo menos, 100 euros.O capital social deve estar totalmente realizado na data do acto constitutivo. |
Limitada ao valor do capital social. |
| Sociedade por quotas |
Mais de uma pessoa singular, ou colectiva, são titulares do capital social da empresa a constituir |
Capital inicial mínimo: 5000 euros divididos em quotas de, pelo menos, 100 euros.O capital social deve estar totalmente realizado na data do acto constitutivo. |
Limitada ao valor do capital social. |
| Sociedade Anónima |
Número mínimo de sócios: 5, podendo ser um único no caso de se tratar de pessoa colectiva. Não são admitidos sócios de indústria. |
Capital inicial mínimo: 50000 euros, dividido em acções de igual valor nominal.No momento da constituição, pelo menos 30% do capital tem que estar realizado em dinheiro. |
A responsabilidade de cada sócio é limitada no valor das acções que subscreveram. |
| Sociedade em Nome Colectivo |
Número mínimo de sócios: 2 Não são admitidos sócios de indústria. |
A lei não estabelece qualquer mínimo obrigatório. |
Os sócios respondem ilimitada e subsidiariamente em relação à sociedade e solidariamente entre si, perante os credores. |
| Sociedade em Comandita (Simples ou por Acções) |
Sociedade em Comandita (Simples ou por Acções). |
Nas sociedades em comandita simples: mínimo 2 sócios. Nas sociedades em comandita por acções: mínimo 5 sócios comanditários (accionistas) e 1 sócio comanditado. |
Reúne sócios de responsabilidade limitada e sócios de responsabilidade ilimitada. Os sócios comanditários respondem apenas pelas dívidas da sociedade apenas até ao montante da sua entrada. Os sócios comanditados respondem ilimitada e solidariamente entre si, nos mesmos termos que os sócios das sociedades em nome colectivo. Nota: esta figura jurídica está em desuso pelo nível de responsabilidade que acarreta |
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| 7. Constitua formalmente a empresa - processo; |
Cadastro Comercial – Conservatória do registo comercialCada empresa dispõe de um número de identificação, o chamado número de registo comercial. Actualmente, o número de registo comercial coincide com o número de identificação fiscal, este número caracteriza-se por serem nove dígitos que deverão ser colocados em toda a documentação oficial da empresa. Este número acompanhará a empresa desde a sua constituição até á sua “morte”, qualquer alteração que a empresa sofra não alterará este número (exemplo, mudança de sede social, estrutura accionista, designação comercial, vulgo, nome da empresa, etc.)As empresas, para a sua adequada constituição terão de desencadear vários passos formais, hoje em dia relativamente simplificados alguns deles dependentes do tipo de actividade que desenvolvam.Alguns desses passos dizem respeito à constituição propriamente dita e outros estão relacionados com o tipo de actividade que pode estar sujeita a regras de licenciamento. O processo mais simples diz respeito ao processo de cadastro comercial que, tal como muitos outros procedimentos formais, pode ser efectuado, através do serviço empresa online. Este cadastro tem como objectivos o conhecimento rigoroso do aparelho comercial, informação de base para estudos sectoriais e a definição de novas políticas comerciais. Paralelamente outros passos são necessários dependentes, tal como se referiu supra, do tipo de actividade que a empresa em concreto irá desenvolver.Passos a desenvolver para a constituição formal e legal da empresaActualmente a primeira decisão a ter é onde irei constituir a minha empresa. O onde é particularmente relevante já que existem diferentes locais preparados para levar a cabo os passos legais para uma constituição mais ou menos agilizada do processo.Para quem constitui uma empresa até há dez anos lembra-se do calvário de passos que eram necessários para constituir uma empresa. E que fala de passos fala claro de tempo.Hoje em dia temos disponíveis locais próprios que tratam de todas as questões associadas à constituição de uma empresa. PROCESSO TRADICIONAL1.º PASSO O primeiro passo passa por se requerer o Certificado de Admissibilidade Firma ou Denominação de Pessoa Colectiva junto do Registo Nacional de Pessoas Colectivas (RNPC). Com este procedimento garante-se o princípio da verdade de firma, isto é, que o nome escolhido para a firma não é confundível com outro, bem como não é susceptível de causar erro sobre a natureza jurídica e a actividade da empresa. Este certificado pode ser solicitado presencialmente junto dos serviços do RNPC ou ser pedido online no site da Direcção Geral dos Registos e Notariado (http://www.dgsi.pt/rnpc.nsf ) e mantêm-se válido por três meses.2.º PASSO O segundo procedimento a cumprir é a obtenção do Cartão Provisório de Identificação de Pessoa Colectiva que normalmente é pedido simultaneamente com o certificado de admissibilidade de firma. É este cartão que identifica o número de contribuinte da sociedade.3.º PASSO Seguidamente os sócios têm de proceder ao depósito em Instituição Bancária, em conta titulada pela sociedade a constituir, do valor correspondente ao Capital Social da Empresa. Este montante é variável consoante o tipo de sociedade visto que o capital mínimo obrigatório para sociedade por quotas e unipessoais é de 5.000,00 Euros enquanto para as sociedades anónimas é de 50.000,00 Euros.4.º PASSO A constituição jurídica da sociedade ocorre com a formalização do pacto de sociedade através de escritura pública ou, em alternativa, através de escrito particular, somente caso não ocorram entradas de capital mediante a transmissão de bens imóveis. A elaboração do pacto de sociedade pressupõe a existência de documentos diversos que constituem condição essencial para a formalização da empresa, tais como:
Certificado de Admissibilidade de Firma; Documento comprovativo do depósito do capital social; Documentos de identificação dos sócios ou em alternativo o comprovado reconhecimento dos mesmos; Alvarás e licenças nos casos necessários, etc.
5.º PASSO Posteriormente à obtenção da existência jurídica, há então que obter a existência fiscal da sociedade, o que se consegue mediante o preenchimento e entrega da Declaração de Início de Actividade junto do Serviço de Finanças.6.º PASSO E agora que a Sociedade já existe entre e para os sócios, entra em cena a Conservatória de Registo Comercial correspondente à sede da empresa cuja intervenção se dirige a publicitar perante terceiros os actos praticados pela sociedade em questão ou os praticados em seu nome. (publicação no DR e inscrição no Registo Nacional de Pessoas Colectivas). Bastará para tanto juntar alguns documentos que identificam a sociedade e os sócios: a escritura ou o escrito particular e o Certificado de Admissibilidade;7.º PASSO Finalmente este procedimento termina com a inscrição da empresa nos serviços da Segurança Social visto que a empresa é uma contribuinte do sistema social como qualquer outra. Aliás, é na formalização de contratos de trabalho com os funcionários que de forma mais imediata as empresas se apercebem da necessidade deste procedimento.8.º PASSO Pedido de Inscrição no cadastro Comercial ou Industrial.PROCESSO – EMPRESA NA HORAEm alternativa tem os serviços Empresa na Hora, onde poderá constituir uma sociedade unipessoal, por quotas ou anónima no momento e num só balcão. O processo de constituição de sociedades através desta iniciativa é extremamente simples e pode resumir-se às seguintes etapas:
Escolher uma firma da lista de firmas pré-aprovadas constante online ou consultando a lista facultada no balcão de atendimento Empresa na hora. A firma escolhida só será reservada no momento em que se iniciar a constituição da sociedade. Como tal, a firma que pretende utilizar, apesar de estar disponível online ou na lista facultada, poderá já não estar disponível no momento da constituição. À firma pré-aprovada poder-se-à sempre adicionar uma expressão alusiva ao objecto da sociedade. Por exemplo, se a firma escolhida for 'ABCDE' e se a sociedade se dedicar à actividade de restauração e bebidas, a firma poderá ser alterada para 'ABCDE – Restauração e Bebidas' (balcões de atendimento ou lista no website Empresa na Hora);Escolher um dos modelos de pactos pré-aprovados e disponíveis no website e na pasta de pactos facultada nos locais de atendimento;Deslocação física ao Balcão de Atendimento com toda a documentação necessária das pessoas dos sócios e/ou das empresas que participem do capital da sociedade a constituir;Elementos necessários Se os sócios da sociedade a constituir forem pessoas singulares, deverão levar consigo:
- · Cartão de contribuinte;
- · Documento de identificação (bilhete de identidade, passaporte, carta de condução ou autorização de residência);
- · Cartão de beneficiário da Segurança Social (facultativo).
No caso de se tratarem de pessoas colectivas:
- · Cartão de contribuinte de pessoa colectiva ou cartão de identificação de pessoa colectiva;
- · Código de acesso à Certidão Permanente ou Certidão de Registo Comercial em papel, actualizada;
- · Acta da Assembleia-Geral que confere poderes para a constituição de sociedade.
No balcão será elaborado o contrato de sociedade (pacto social da sociedade) e será efectuado o registo comercial. 5. Também se pode entregar no serviço de atendimento da Empresa na Hora a Declaração de Início de Actividade devidamente preenchida e assinada pelo Técnico Oficial de Contas. Se não se fizer de imediato, dever-se-á fazê-lo nos 15 dias seguintes à data de constituição. 6. No prazo máximo de 5 dias úteis após a constituição, os sócios estão obrigados a depositar, em qualquer instituição bancária, o valor do capital social em nome da sociedade.
1. De imediato, receberá:
- A Certidão do Pacto Social;
- O código de acesso à Certidão Permanente de Registo Comercial, pelo prazo de um ano ou, em alternativa, pelo prazo de três meses acompanhado de Certidão em papel;
- O Cartão de Pessoa Colectiva;
- O número de segurança social da empresa.
- · O custo deste serviço é de 360,00€, ao qual acresce imposto de selo à taxa de 0,4% sobre o valor do capital social. Este valor será pago no momento da constituição, em numerário ou cheque. Nas sociedades cujo objecto social seja o desenvolvimento tecnológico ou a investigação o custo do serviço é de 300,00€, aos quais acresce o imposto de selo.
Pode ainda desenvolver os passos de constituição de uma empresa num advogado ou socorrendo-se dos serviços notariais. |
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| 8. Recrute pessoas, organize e defina responsabilidade; |
| Quando o início da actividade já estiver próximo e a estimativa do número e perfil dos colaboradores estiver definida, há que proceder ao recrutamento. É necessário prestar atenção aos cargos de direcção e não esquecer que poderá iniciar a actividade da empresa com um número reduzido de colaboradores e apostar num recrutamento posterior, à medida da expansão da empresa. |
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| 9. Inicie a actividade; |
| Chegou agora o momento de iniciar a actividade da empresa. Assegure-se de que todos os pormenores estão operacionais para receber o cliente, desde as instalações aos recursos humanos, passando pelas estruturas de comunicação (telefones, faxes, e-mails). Nesta fase, devem ser estabelecidos os principais sistemas de gestão e definidas áreas de contabilidade, logística, controlo de qualidade e outras.É também importante que se defina e inicie o processo de promoção da empresa. Pode apostar em campanhas de publicidade, mailings para o seu o público-alvo, press releases e outros meios. A motivação dos colaboradores para o início de actividade, mediante o fornecimento de indicações precisas acerca do que se espera e dos objectivos a atingir, é fundamental neste momento. É também este o momento de contactar os fornecedores e definir prazos. |
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